Missão Missão

Promover o conhecimento, a criatividade e a inovação, criando condições de igualdade no acesso às tecnologias digitais. A Casa do Conhecimento tem como objetivo primordial a inclusão digital das populações na Sociedade da Informação e o reforço das suas competências e qualificações, num espaço de criatividade e inovação para o desenvolvimento e experimentação de tecnologia.

Eixos de programação Eixos de programação

Tecnologias Inclusivas

A Casa do Conhecimento permite o acesso às tecnologias da informação no contexto da Sociedade da Informação numa lógica inclusiva, disponibilizando um conjunto de serviços que possibilitam o acesso a tecnologias aplicadas em contextos do quotidiano, contribuindo desta forma para fomentar a inclusão digital e social.

Tecnologias Educativas

O Município de Vila Verde pertence à Associação Internacional das Cidades Educadoras, uma iniciativa que vai ao encontro de um conceito de educação amplo e plural, que abarca contextos de educação formal e não-formal. Neste sentido, a Casa do Conhecimento representa um contributo relevante para a implementação de uma cidade educadora ao constituir-se como uma infraestrutura urbana de cariz tecnológico para a conectividade digital, disponibilizando um centro de recursos partilhado para a comunidade escolar, na área das tecnologias educativas.

Tecnologias Criativas

A Casa do Conhecimento é um espaço aberto às tecnologias criativas, que na sua amplitude, permitem desenvolver processos de aprendizagem e criatividade, passando por etapas de experimentação, exploração e reflexão.

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Casa do Conhecimento comemora Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e Desenvolvimento, com o evento Património e Diversidade: uma abordagem plural

A Casa do Conhecimento de Vila Verde celebrou a 23 de maio, o Dia Mundial da Diversidade Cultural, com o evento Património e Diversidade: uma abordagem plural.

O evento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, da Vereadora da Educação, Cultura e Ação Social, Júlia Fernandes, da Diretora dos Museus D. Diogo de Sousa e dos Biscainhos, Isabel Silva, do Diretor do Museu Nogueira da Silva, Miguel Bandeira Duarte, do Diretor da Escola Secundária de Vila Verde, João Graça, de membros da Rede de Clubes Casas do Conhecimento, de professores do concelho e de alunos da Escola Secundária de Vila Verde e da Escola Profissional Amar Terra Verde.

Júlia Fernandes, Vereadora da Educação, Cultura e Ação Social deu início ao evento saudando todos os presentes, em especial a Diretora dos Museus D. Diogo de Sousa e dos Biscainhos e o Diretor do Museu Nogueira da Silva. Prosseguiu dizendo que a valorização da Cultura e do Património são essenciais para que a herança, as raízes e as tradições se perpetuem no tempo e nesse sentido o Município de Vila Verde tem desenvolvido um enorme trabalho, com inúmeras ações que protegem, promovem e divulgam o património material e imaterial do concelho. Referiu que Vila Verde tem um património de excelência e uma riqueza incalculável, tornando-se um ponto de atração turística muito procurado, estando muito bem classificado entre os motores de busca turísticos. Acrescentou que a divulgação e a promoção patrimonial e cultural contribui, também, para o desenvolvimento económico do concelho. Concluiu dizendo que “por isso, este ano para a comemoração desta data, apostamos no nosso território.”

A primeira comunicação, É a Cultura um caminho para uma Sociedade mais Feliz? foi da responsabilidade de Isabel Silva, que deixou a mensagem de que a “Cultura nunca se esgota” pois a essência de um valor cultural tem múltiplas explorações. Acrescentou que o Património “é um valor comum” que pertence às massas e não apenas a grupos restritos, como acontecia em tempos passados. A acessibilidades à Cultura e ao Património Cultural constitui-se um direito de todos os cidadãos. Terminou dizendo que a Cultura é o “ativo, é o valor permanente que a sociedade tem” e que por sua vez, é também “motor de desenvolvimento.”

De seguida, Miguel Bandeira Duarte, apresentou Um Museu na Cidadania Cultural começando por referir que “a Cultura é um ato diário que se expressa nas escolhas pessoais e nas relações interpessoais”, pois o interesse que cada um manifesta por determinadas áreas, tem sempre uma influência e uma referência cultural. Frisou que o Património Cultural tem uma forte dimensão emocional, dando como exemplo os Lenços de Namorados que perderiam todo o seu valor sentimental se passassem a ser bordados por máquinas. Concentrou-se nos Museus, como espaços culturais que se adaptaram à evolução dos conceitos e ao interesse do público, nunca perdendo a sua matriz. Encerrou a sua apresentação dizendo que os museus são um espaço de conhecimento e de partilha de conhecimento, que deve ser usufruído por todos os cidadãos.

Património e Tecnologias Digitais, foi a última comunicação da manhã, da responsabilidade de José Ismael Graça, Coordenador da Casa do Conhecimento evidenciando o contributo enriquecedor das tecnologias na Cultura e no Património, com exemplos de módulos e instalações da própria Casa do Conhecimento. Finalizou com a mensagem de que “a Casa do Conhecimento é um espaço interativo, onde se aprende de uma forma não formal, em que o acesso ao conhecimento se torna divertido.”

O Presidente da Câmara Municipal, António Vilela procedeu ao encerramento da sessão saudando todos os presentes e dirigindo um agradecimento especial aos palestrantes. Deixou expresso que “a Diversidade não deve ser obstáculo, mas um fator de agregação e crescimento. A Diversidade Cultural é uma riqueza dos nossos antepassados , temos o dever de a proteger, promover, valorizar e enaltecer e de torná-la um potencial de crescimento económico.” Apontou o grande avanço tecnológico como benéfico, desde que bem orientado, e a forma como ele está ao serviço de diferentes áreas, nomeadamente ao serviço da Cultura e do Património, tornando-o uma mais valia para a sua proteção e divulgação.

O Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e Desenvolvimento (DMDCDD), com comemoração oficial a 21 de maio, foi proclamado pela Assembleia Geral da ONU em 2002, para assinalar a aprovação em 2001 da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural. A referida Declaração sublima a diversidade cultural à categoria de Património Comum da Humanidade, representando uma oportunidade para se aprofundar a compreensão e respeito por todas as expressões culturais. A Diversidade Cultural como Património da Humanidade, deve ser reconhecida e afirmada em benefício das gerações presentes e futuras. A Declaração da UNESCO, refere ainda, o livre acesso de todos à diversidade cultural como forma de conhecer e respeitar diferentes formas de estar, de pensar e de ser.

Por outro lado, o Ano Europeu do Património Cultural 2018 (AEPC 2018) persegue os mesmos objetivos procurando promover a diversidade e o diálogo interculturais, realçando o papel do património no desenvolvimento social e económico local, regional, nacional e europeu, nas relações externas da União Europeia, procurando sempre motivar os cidadãos para valores europeus comuns.

Ambas as iniciativas procuram valorizar, proteger e promover todas as expressões culturais e todo o património cultural, sendo a primeira à escala mundial e a segunda à escala europeia.

A Casa do Conhecimento procurou fundir estas duas iniciativas com um conjunto de palestras que aprofundaram aspetos da cultura, do património e das tecnologias digitais. Assim, quanto ao AEPC 2018 cumpriram-se alguns objetivos nomeadamente, a promoção do debate relativo a questões culturais e à sensibilização para a valorização do património cultural, junto dos jovens e da comunidade local. Quanto ao DMDCDD cumpriu-se um princípio explicitado na Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural que refere, o direito de todas as culturas se poderem exprimir e dar a conhecer, através da liberdade de expressão, do acesso às artes, aos meios de comunicação, ao conhecimento, às tecnologias digitais.

Foi uma manhã desafiante a que aconteceu na Casa do Conhecimento de Vila Verde, tornando-se uma exaltação à Diversidade e ao Património Cultural.

24 de maio de 2018


 

 


 


Espaços Espaços

Teatro Virtual 

Auditório multimédia dotado de um sistema de projeção estereoscópica (3D).

Sala das Tecnologias Criativas

Área de exposição destinada às tecnologias criativas, onde poderão estar, em modalidade temporária, módulos de robótica, eletrónica, realidade aumentada, impressão 3D.

Exposição Interativa Área de exposição onde se pode interagir com módulos interativos.

Sala Imersiva

Espaço constituído por um sistema audiovisual, proporcionando um ambiente imersivo.
Salas de Formação/Polivalente 
Duas salas versáteis, equipadas com sistemas de projeção multimédia e quadros interativos para formação, de instalação de laboratórios temáticos, exposições, workshops.